terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

a polêmica do Código

Tom Hanks em "O código Da Vinci", de Ron Howard

Uma guerra de bastidores entre a Igreja Católica e a Sony será vista nos cinemas dos Estados Unidos, a partir de 19 de maio, sob o título "O Código da Vinci". A fita é uma adaptação do best-seller de Dan Brown e abrirá o Festival de Cannes. A Opus Dei, entidade católica retratada pelo autor como o “braço negro” da Igreja, desferiu contra-ataque massivo ao filme e a produtora Sony organizou uma página na internet para comentários sobre a obra de Brown.

Desde já o filme constitui material para polêmica, sobretudo para a produtora, que, ciente de pisar em terreno argiloso, deixou a direção nas mãos de Ron Howard, Oscar de direção pelo chato "Uma mente brilhante" (A beautiful mind), 2001. Além disso, não foi casualidade a escolha de Tom Hanks para o papel do estudioso Robert Langdon, que contracena com os franceses Jean Reno e Audrey Tauton.

A página www.thedavincichallenge.com, será colocada no ar na próxima quinta-feira, 16. A finalidade é dar voz e visibilidade aos críticos de "O Código" e exibirá cerca de 45 ensaios de escritores, acadêmicos e líderes cristãos e evangélicos, que comentarão fatos ligados ao cristianismo levantados por Brown. Aos interessados a página terá link para discussões on-line.

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