segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

pessoal intransferível

Instigado por uma postagem do amigo Rubens Guilherme Pesenti, no Facebook, sobre Torquato Neto, um trecho de outro despoema imagem, escrito em 1971, um ano antes de ele apagar:

“E fique sabendo: quem não se arrisca não pode berrar. Citação: leve um homem e um boi ao matadouro. O que berrar mais na hora do perigo é o homem, nem que seja o boi. Adeusão.”

Acima, a desfoto-poema de Torquato na exposição “A pureza é um mito”, de Hélio Oiticica em Londres, na Whitechapel Gallery, 1969.

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