quarta-feira, 23 de novembro de 2005

eterno cinema do futuro

foto Kleber Lima / Correio Braziliense

“A vocação do cinema brasileiro é a mesma vocação do Brasil: ser um eterno país do futuro. A história de nosso cinema e também das outras artes reflete isto: sobrevivemos de lampejos, de ciclos, de iniciativas individuais. Não é a questão estética que está em jogo, talentos temos de sobra. O que está em jogo é como vamos disputar o campeonato. Quando pensamos em estrutura, planejamento, produção, aí ficamos sempre como a velha Pindorama: o melhor futebol, com os piores cartolas. Só que, no cinema brasileiro, somos (quase todos) jogadores e cartolas ao mesmo tempo.”

Fabiano Maciel, diretor do documentário "Oscar Niemeyer: a vida é um sopro", exibido como hors-concours na abertura, ontem, do 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

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