quarta-feira, 4 de maio de 2016

o cinema de Vinicius

"O cinema é infinito - não se mede.
Não tem passado nem futuro. Cada
Imagem só existe interligada
À que a antecedeu e à que a sucede."

Trecho do poema Tríptico na morte de Sergei Mikhailovitch Eisenstein, de Vinícius de Moraes, um apaixonado pelo cinema, pelas mulheres, pela poesia, pela vida. Não necessariamente nessa ordem.
À propósito, foi relançado ano passado o ótimo e volumoso O cinema de meus olhos, originalmente de 1991, com textos que o poeta escreveu a partir da década de 40, quando serviu no Consulado do Brasil em Los Angeles, e conviveu com nomes famosos como Orson Welles.
Vinicius "cineasta" em Ouro Preto, anos 50.

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