terça-feira, 10 de maio de 2016

nós que o amamos tanto

Em 19 de janeiro deste ano, o grande cineasta Ettore Scola se foi para outros sets ao encontro de Fellini, três anos depois de realizar seu último e belo filme, Que estranho chamar-se Federico (Che strano chiamarsi Federico), dedicado ao amigo.
Hoje Scola faria 85 anos.
Acima, Stefano Satta Flores, Vittorio Gassman e Nino Manfredi em um dos seus clássicos, Nós que nos amávamos tanto (C'eravamo tanto amati), de 1974, uma comédia dramática sobre três amigos que fazem parte da Resistência italiana durante a Segunda Guerra.

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