sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

e o mundo não se acabou...

Decepcionante. Essa coisa de fim de mundo o cinema americano já fez melhor em seus filmes ruins.
À propósito do meteoro que não veio, como se não bastassem Trump, Temer e outros temerosos, o cinemão hollywoodiano banalizou em trilhas de filmes apocalípticos uma obra-prima da música clássica, "Carmina Burana", do alemão Carl Orff.
Composta no começo dos anos 30, o autor dizia que sua criação foi inspirada na era medieval, era uma "celebração de um triunfo do espírito humano pelo balanço holístico e sexual".
O que muitos filmecos fizeram não tem nada de holístico, muito menos sexual.
Abaixo, "O Fortuna", trecho da belíssima cantata, executada pela The Johann Strauss Orchestra sob a matuta do maestro neozelandês Andre Rieu, numa gravação ao vivo na cidade Maastrich, uma das mais antigas dos Países Baixos, em 2012, um dos anos em que também anunciaram que o mundo ia se acabar.

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