segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

o fim e o começo

Quando o cineasta Eduardo Coutinho faleceu, há exatamente um ano, não consegui escrever uma linha sobre a tragédia... Lia as notícias na internet, as postagens no Facebook... e não conseguia dizer nada. 

Meu silêncio só chorava. Coutinho, um cabra que não estava marcado pra morrer daquele jeito, me desperta estas linhas traçadas de meu lamento sertanejo.

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