quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

cinema poético e realista

O cineasta Jean Renoir é o mais significativo nome do Realismo Poético Francês, movimento surgido a partir da década de 30, que se caracterizou principalmente pela elaboração dos roteiros. 

Os melodramas policiais tinham na essência uma realidade socioeconômica trágica e até mesmo fatalista. A França saía dos escombros da Primeira Guerra, e o que se via nos filmes dessa época parecia vaticinar o que viria na próxima guerra, que se expressou de forma completa no Neorrealismo Italiano.

O Realismo Poético, mais em conteúdo do que em estética, abriu portas para outro movimento marcante na história do cinema, a Nouvelle Vague. Francois Truffaut não negava a dívida que tinha com o cinema de Renoir. 

Filho do pintor impressionista Pierre-Auguste Renoir, o cineasta tem uma filmografia extensa, desde realizações no cinema mudo até telefilmes na década de 70, quando faleceu, hoje completando 36 anos. Pelos menos três filmes são imprescindíveis aos amantes do bom cinema, A grande ilusão (La grande illusion), A besta humana (La bête humaine) e A regra do jogo (La règle du jeu).

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