quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Leopoldo Nunes na Ancine


O aumento da produção audiovisual brasileira e a ampliação da participação de obras nacionais no mercado doméstico são as prioridades de Leopoldo Nunes da Silva Filho, cuja indicação para o cargo de diretor da Agência Nacional do Cinema (Ancine) recebeu nesta quarta-feira, 25, parecer favorável da Comissão de Educação do Senado Federal. Aprovada por unanimidade, a mensagem presidencial será agora examinada pelo Plenário, em regime de urgência.
A decisão por unanimidade é inédita na história da Comissão. A reunião, programada para sabatinar o candidato, foi presidida pelo senador Gerson Camata (PR) e a relatora, que recomendou a aprovação do nome, foi a senadora Patrícia Gomes (CE). Ao lado do senador Camata e de Leopoldo, participaram da mesa Juca Ferreira (ministro interino da Cultura), Gustavo Dahl, Orlando Senna e Manoel Rangel.


O paulista Leopoldo Nunes, 37 anos, chefe de gabinete da Secretaria do Audiovisual, tem uma longa história de militância nas categorias de base do cinema brasileiro, com duas passagens pela Associação de Documentaristas de São Paulo (ABD-SP) e outras duas pela ABD nacional. Nessas duas instituições, implementou-se um intenso programa de incentivo à produção de documentários e curtas-metragens que se tornou berço de uma infinidade de cineastas.


Um de seus curtas mais conhecidos é "A lata", ficção, Prêmio Especial do Júri e Prêmio Andi-Cinema pela Infância no Festival de Brasília de 2003. Neste mesmo festival, ano passado, exibiu na noite de encerramento o longa "O profeta das águas", documentário.

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