segunda-feira, 13 de julho de 2015

cores sofridas

Assim como Chaplin, James Dean, Marylin Monroe, Janis Joplin, Che Guevara, Amy Winehouse... e outros, Frida Kahlo virou ícone, estampa de roupas e bolsas, ímã de geladeira, botons... O que não desvaloriza nem vulgariza o significado dos personagens propagados em larga escala.

O risco é o interesse limitar-se ao modismo, às passarelas de shoppings e vitrines com suas grifes caras, sem a procura de conhecer a importância de cada um deles, o que é mérito e o que é exagero da Idade Mídia.

Hoje faz 61 anos que Frida se foi. Sua morte, embora tenta sido atestada por embolia pulmonar, deixou margem para especulações. Em seu diário, a última anotação: "Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar"

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