quarta-feira, 25 de julho de 2018

repouso

foto M. Plachy, 2008
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.

- Versos finais de Ternura, de Vinicius de Moraes, publicado no livro Novos poemas, 1938.

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