quarta-feira, 2 de setembro de 2015

meditando com David Lynch

O diretor de filmes esquisitos e magníficos, como Veludo azul (Blue velvet), 1986, Cidade dos sonhos (Mullohand drive), de 2001, Império dos sonhos (Inland empire), 2006, é um artista multifacetado, igualmente talentoso como fotógrafo, artista plástico e escritor.

Há uns sete anos esteve no Brasil para o lançamento de Águas profundas: criatividade e meditação, uma compilação de vários textos que define como uma espécie de "autoajuda" para difundir a paz mundial. Em se tratando de David Lynch é recomendável levar a sério o que chama de "autoajuda"
.
O livro é terrivelmente ótimo. Trata de questionamentos sobre o sofrimento, tensão, raiva, conflitos no mundo em que vivemos, em um tom autobiográfico. Gosto de uma frase em que diz "o cineasta não tem que sofrer para mostrar o sofrimento, deixe o sofrimento para os seus personagens''.

Basta ver os filmes dele que mesmo mentindo devo acreditar.

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