sábado, 25 de novembro de 2017

sexta-feira sem vidas

Ontem o Egito sofreu mais um ataque com bombas e tiros em uma mesquita na região do Sinai, a 200 quilômetros da capital, Cairo. No cenário de destruição mais de 300 mortos, quase 30 crianças, e mais de 100 feridos.
O milenar país dos faraós luta há muito tempo contra a insurgência islâmica, e esse conflito sangrento intensificou-se há uns quatro anos quando grupos extremistas passaram a atacar forças de segurança, civis e igrejas cristãs.
O cínico Donald Trump com seu topete oxigenado condenou o ato como “horrível e covarde”. A conservadora primeira-ministra britânica Theresa May se disse "chocada com o ataque revoltante". E nas redes sociais do país da fraude brequifraidei, pouca comoção. O Egito não é a França.

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