segunda-feira, 9 de julho de 2012

meu tio Ernesto

Foto: MEU TIO ERNESTO
O pombo-correio da internet me traz neste final de domingo a notícia da morte do ator americano Ernest Bognine. Um dos meus  preferidos. Ator -  uma espécie em extinção do atual fraquíssimo cinema americano.

Louco por cinema, devo ter visto tudo de Ernest Bognine. Ele fez mais de 100 filmes... não, não devo ter visto tudo tudo. Ou vi, sei lá. Mas o que vi, foi o suficiente pra sentir saudade dele hoje. O cinema tem disso em nossa memória afetiva. Admirava esse cara até quando fazia o "bandido", o "malvado", da história, como o sargento filho-da-mãe em "A um passo da eternidade".  Quando criança, queria que ele fosse meu tio. Adulto, queria tê-lo no meu filme. Quem dera! 

Achava ótimo esse sorriso sacana dele, de dentes separados, como na foto aí, cena do filme "O imperador do Norte" (Emperor of the North Pole), que Robert Aldrich rodou no começo dos anos 70. Meu "tio" Bognine faz um sádico guarda ferroviário responsável por impedir que pessoas viajassem nos trens sem pagar a passagem. Mas eu gostava dele mesmo assim. Ninguém é perfeito. Lee Marvin aí na cena, outro grande ator quando o cinema americano prestava, sofria nas mãos de Bognine. O filme é um dos melhores sobre a Grande Depressão americana nos anos 30. 

Copio-colo uma de suas últimas declarações: "consigam um trabalho de verdade antes de tentar seguir uma carreira de ator. Aprendam sobre a vida e depois aprendam sobre seu ofício. E não usem óculos escuros na tela para parecerem legais. Os olhos são o melhor recurso de um ator".

Aprendam, Matt Damon, DiCaprio...
O pombo-correio da internet me traz neste final de domingo a notícia da morte do ator Ernest Borgnine. Um dos meus preferidos. Ator - uma espécie em extinção do atual fraquíssimo cinema americano.

Louco por cinema, devo ter visto tudo de Ernest Borgnine. Ele fez mais de 100 filmes... não, não devo ter visto tudo tudo. Ou vi, sei lá. Mas o que vi, foi o suficiente pra sentir saudade dele hoje. O cinema tem disso em nossa memória afetiva. Admirava esse cara até quando fazia o "bandido", o "malvado", da história, como o sargento filho-da-mãe em "A um passo da eternidade". Quando criança, queria que ele fosse meu tio. Adulto, queria tê-lo no meu filme. Quem dera!

Achava ótimo esse sorriso sacana dele, de dentes separados, como na foto aí, cena do filme "O imperador do Norte" (Emperor of the North Pole), que Robert Aldrich rodou no começo dos anos 70. Meu "tio" Bognine faz um sádico guarda ferroviário responsável por impedir que pessoas viajassem nos trens sem pagar a passagem. Mas eu gostava dele mesmo assim. Ninguém é perfeito. Lee Marvin aí na cena, outro grande ator quando o cinema americano prestava, sofria nas mãos de Bognine. O filme é um dos melhores sobre a Grande Depressão americana nos anos 30.

Copio-colo uma de suas últimas declarações: "consigam um trabalho de verdade antes de tentar seguir uma carreira de ator. Aprendam sobre a vida e depois aprendam sobre seu ofício. E não usem óculos escuros na tela para parecerem legais. Os olhos são o melhor recurso de um ator".

Aprendam, Matt Damon, DiCaprio...

Nenhum comentário: