sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

o barquinho vai

Do lado esquerdo do mar de Copacabana à garota deitada na areia: o músico Luiz Bonfá, as atrizes Glória Paul, Sylvia Koscina, o então tolerante com o barulho das ondas João Gilberto, o jovem maestro das águas de março Tom Jobim, e a atriz Mylène Demongeot.
A cena é de um dos três episódios do filme Copacabana Palace, coprodução franco-ítalo-brasileira, 1962, dirigida por Steno.
O filme é tão fraco que chega a ser engraçado. O Brasilzim cordial de bola no pé, bossanovista e da garota que passa cheia de graça, é a tônica de um enredo anêmico e óbvio. Os nossos mestres da música ainda se salvam quando cantam o barquinho que vai e outras bossas que vêm.
Nem José Lewgoy faz uma pontinha pra dar seu brilho de eterno vilão. Wilson Grey também não.

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