quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

imprima-se a beleza

Impressão, nascer do sol, o mais célebre quadro do impressionista Claude Monet, de 1872.
O óleo sobre tela, mostra o amanhecer no porto Havre, região da Alta Normandia, França.
Exposta no Museu Marmottan, em Paris, a pintura magnetiza, imanta, ou mais apropriadamente, impressiona, pela beleza da névoa cerrada sobre o estaleiro, o quase movimento dos barcos e da fumaça das chaminés ao fundo.
Conta-se que o crítico Louis Leroy, ao ver a obra teria dito:
“Ao contemplar, pensei que meus óculos estivessem sujos: o que aquela tela representava? O quadro não tinha direito nem avesso... Impressão! Claro que impressiona: qualquer papel pintado em estado embrionário está mais concluído do que essa marinha.”
Assim foi que o termo “impressionismo” passou a ser o nome do movimento. Mais tarde, o próprio Leroy se gabaria desse fato. Ou lenda.

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