quarta-feira, 15 de abril de 2015

uma atriz imortal

Antes de viver Orlando, a mulher imortal (Orlando), de Sally Potter, em 1992, a inglesa Tilda Swinton fez treze filmes.

Mas foi o papel do andrógino personagem de Virginia Woolf que lhe deu visibilidade mundial, revelando o seu grande potencial de atriz.

Assim como a imortal Orlando que atravessa os tempos do século XVI à 1928, Tilda viveu outra eterna no seu mais recente trabalho, na pele sem reflexo da vampira Eve em Amantes eternos (Only lovers left alive), filme de Jim Jarmusch, 2013, onde apresenta o conflito de seus personagens no universo de umas trevas, digamos, cool, sob a ótima trilha de riffs de guitarras. Um inteligente revés desses vampirinhos emos de shopping dos filmecos Crepúsculo e outras luas minguantes.

A atriz Tilda Swinton de beleza nórdica, tem em suas origens sangue longínquo correndo nas veias: a família é de sobrenome milenar anglo-escocesa, de uma linhagem da Alta Idade Média.

Uma atriz imortal. Por talento, batismo e personagens.

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