quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Uma coisa é ir ao cinema. Outra é "pegar um cineminha".

7 comentários:

Franzé Santos disse...

e a magia do cinema é unica, nao tem telao, conforto de casa, que tire esta magia, pena que estamos a mercê dos bandidos, da violencia, do alto preço do cinema/estacionamento de shopping, enfim, dai sermos quase que obrigados a ver filmes em casa.

Mona Carneiro disse...

a praça não é a mesma, sem o Cine. Cine São Luiz

Evandro Sampaio Vilanova disse...

Quando falo para os amigos que éramos obrigados a vestir paletó, para ir ao cinema no Cine São Luiz, eles se admiram. E, muitas vezes, para não pedir paletó emprestado, eu ia "pagar um cineminha", no Magestic (acho que esse era o nome).

Nonato Albuquerque disse...

Ultimamente temos ido mais ao cinema do que pegar um cineminha.

Franzé Santos disse...

a decadencia do São Luiz começou quando deixaram entrar de Chinelos, Bermuda etc....mas é o mundo moderno, outro dia fui a um evento no Teatro Jose de Alencar e o que eu vi rapazes, ate Srs de Bermuda.sei não, não é frescura minha não, adoro Bermuda, mas tem lugares que as normas devem serem cumpridas. Os melhores cinemas de minha vida foram REX (ainda pequeno quando eu via Oscarito) o DIOGO (AS SESSÕES DO CINEMA DE ARTE AS SEXTAS A NOITE, E AOS SABADOS PELA MANHA ERAM MARAVILHOSAS), o GAZETA (do 10 shoppinga da city o CENTER UM),vi filmes inesqueciveis, e a descoberta de filmes Estrangeiros que ainda não tinhamos acesso, o FORTALEZA ( COM O SEU BAR REFIGERADO), o OLDE METROPOLE ( QUE TEVE VIDA CURTA, E FOI INAUGURADO COM TAPETE VERMELHO E TUDO COM O FILME DA FLORINDA BOLKAN- ELA PRESENTE), ainda alcancei o MODERNO, O TOAÇU, O JANGADA (ANTES DO POR PORNO) e os de bairros o VENTURA, O DIOGUINHO, o que ficava na PRAÇA OTAVIO BONFIM, que tambem era Cinema de Arte, ach, abri o BAU, ehehehe, depois tem mais

Evandro Sampaio Vilanova disse...

Tenho fortes lembranças desse período, até 29.05.1972, quando deixei meu torrão natal. Ao ler seu comentário para o Franze, informo que tenho em minha coleção o exemplar nº 33 do Cinema de Arte, de dezembro de 1976

Lila Dourado disse...

Acho que estou contaminada de forma irreversível pelo Pascoaesismo, não no sentido místico, mas renovador.
Revendo imagens como estas e muitas outras que navegam na caixinha da minha memória,idéias, pensamentos... imagens passam a compor uma revista romanticamente nostálgica ...difícil não querer folhear uma edição como esta, que me remete ao prazeroso e belo !
Confesso, que assisto filmes nos shoppings e que nestes locais as vitrines que mais me atraem, são sem dúvida alguma, as das livrarias e do cinema.
Mas,como você diz Nirton Venancio...ver cinema é outra coisa e adoro!
Lendo os comentários acima, percebo que todas as releituras se fundem ...se antes, o cinema era agregador de idéias, hoje é substrato da programação de finais de semana. É entretenimento para os filhos, enquanto os pais e as mães tomam um choppinho na praça de alimentação dos shoppings e/ou passeiam pelas lojas. Poucos são os que se importam com o filme em cartaz, se a fila é grande...o filme tem boa bilheteria...é bom! Afe!!!
Que o saudosismo que sua foto me trouxe, não só do nosso belo São Luiz nos inspire cada vez mais e vamos torcer para que as políticas culturais,sejam de fato levada a sério.
Fica difícil, termos credibilidade no bom direcionamento de políticas culturais de qualidade e na preservação dos patrimônios culturais e humanitários, enquanto os condutores dos equipamentos públicos e/ou órgãos forem criteriosamente escolhidos por filiações partidárias e coligações feitas com interesses políticos. Em todo país,muitos dos prédios estão sendo restaurados e reformados, não para preservá-los enquanto patrimônio histórico e cultural e sim, para servirem como equipamento do poder público. Sigamos assim...mantendo o eco do que é bom e belo no olhar, no sentir e no produzir!

beijos dourados e alados pelo alimento que me fornece ao meio dia daqui!