quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Jaborandy

 foto Divulgação 2º Fest Cine Maracanaú

Meu primeiro encontro com o ator Cláudio Jaborandy foi em 1998, quando ele interpretou o Ascenso no filme "Oropa, França e Bahia", de Glauber Filho, onde fiz assistência de direção. Já tinha visto o Jabô num pequeno papel em "Iremos a Beirute", outra produção cearense, dirigida por Marcus Moura um ano antes. De imediato falei pro Glauber, depois de uma reunião pra leitura do roteiro: "explora esse cara, ele bom demais". E não deu outra!

 foto William Lima

Tenho acompanhado a carreira do meu conterrâneo com a admiração de quem se magnetiza pela arte em estado puro. Jaborandy brilha em todos os filmes em que participa, seja em papéis principais, como em "Latitute Zero", de Toni Ventura, ou em aparição de destaque, como em "Céu de Suely", de outro cearense danado de bom, Karin Aïnouz. Pelas minhas contas, são dez filmes até agora. E ainda se "aventura" em televisão, atuando em novelas, onde, como se sabe, é um espaço limitado e corrido onde o ator não pode mostrar todo o seu potencial, mas que funciona bem como veículo pra um conhecimento maior do público.

Pena que, por compromissos dele à epoca, não pode fazer um dos personagens no meu filme "O último dia de sol", em 99. Mas já lhe disse que ele não me escapa e estará no meu próximo trabalho.

Jaborandy é um dos homenageados no 2º Fest Cine Maracanaú, que começou ontem em Fortaleza e segue até dia 9.

Parabéns aos organizadores do evento pelo justo reconhecimento.

Um comentário:

Marta Aurélia Bezerra disse...

amado amigo, ator de mão cheia! parabens e sucesso pra ele sempre!