quinta-feira, 19 de agosto de 2010

manhã de quinta

foto Riztam Telve

Mortal que sou, não posso ignorar nem escapar do tempo. Fui ontem, sou hoje, mas não "tenho" futuro: sou futuro.

É perigoso eu dizer "sou o que tenho". Isso me dá a sensação de que preciso de ter mais, mais, mais...
Sou o que sou.

Cultivar mágoa é como tomar veneno e esperar que o outro morra.

Os pioneiros tendem a ser ignorados no começo.

Esta manhã de quinta-feira é parcela de minha eternidade. Não haverá outra igual. Eu lapido o meu tempo.

2 comentários:

Iris Pereira disse...

...e o lapida muito feliz e em momento oportuno, deixa por herança algo tão bem colado aos olhos e memória de quem o leu.
Torno-me hoje sua seguidora, não gratuitamente, pois nada faço sem tirar proveito, e sei enriquecerei se assim souber aproveitar com você o que deixar-me por herança. E mesmo entrando e saindo em silêncio levarei algo comigo, sempre.
Um forte abraço.
Íris Pereira

Nirton Venancio disse...

Íris, grato, muito grato por sua leitura, por suas palavras, por me "seguir"... Leve o que for preciso, o que queira, vou repondo, vou lhe seguindo também.
Forte abraço!