terça-feira, 27 de abril de 2010

o último dos poucos

 

Em 1993 assisti a um dos últimos shows de Sérgio Sampaio (1947-1994), no bar Feitiço Mineiro, em Brasília. Foi uma alegria ver, ouvir e falar com um dos artistas que mais admiro.
Sérgio Sampaio, aquele que queria botar o bloco na rua, nunca fez concessão às exigências e burrice de alguns setores da música brasileira. Anos-luz à frente de muitos, com sua música e letras que são verdadeiros poemas.
Íntegro, não se entregou: morreu de parabélum na mão.

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