segunda-feira, 19 de março de 2007

o cinema de Heitor Dhalia

Selton Mello em "O cheiro do ralo". Foto Filmes do Estação/Divulgação


“Meu compromisso é com o cinema, não com folclore. O humano me interessa. Claro que o regional contém o universal, mas não quero fazer apenas um tipo de cinema que faz muito sentido aqui no Brasil, mas lá fora é absolutamente irrelevante. Não quero preencher a cota do terceiro mundo.”


Ponto de vista do cineasta pernambucano-paulista Heitor Dhalia, que lança na próxima sexta-feira, 23, o imperdível "O cheiro do ralo", seu segundo longa-metragem. O primeiro filme, o expressionista "Nina", estreou em 2004, e, segundo o diretor, o diálogo com a radicalidade não foi fácil, "apesar de o filme ter fãs apaixonados no mundo inteiro, até na Coréia, no brasil houve uma reação reticente. Isso é muito doloroso."

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