segunda-feira, 14 de julho de 2008

nação interior

foto Divulgação

"Tenho uma paixão danada por cinema. Dizem que, antes de construirmos qualquer coisa, temos que criar nossa nação interior. O cinema me deu muito da minha formação humana, da minha formação de alma."
José Dumont


O Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, abre hoje uma justíssima homenagem a esse grande ator paraibano-brasileiro-universal. Dumont, em que pese a sua cara marcadamente nordestina, soube muito bem representar também o mineiro, o índio, o homem do Centro-Oeste.

Premiado três vezes com o Kikito de Melhor Ator, em Gramado, três vezes vencedor do Candango, no Festival de Brasília, escolhido melhor ator em 1999, pela APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte, premiado também em Havana, Miami, Recife e Rio de Janeiro, Dumont consegue transitar com grande criatividade e talento entre os mais diversos perfis de personagens, vividos em mais de 40 filmes rodados nos últimos 30 anos.

Acho ótimo esse tipo de homenagem com o artista ainda em vida, no caso do Dumont, no auge dos seus 57 anos de idade e muitos filmes pela frente.

A mostra, intitulada "José Dumont, o homem que virou cinema!", abre com o filme de João Batista de Andrade, "O homem que virou suco", de 1979, em cópia restaurada.

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