quarta-feira, 13 de agosto de 2014

naquela mesa está faltando ele...

Numa tarde, 13 de agosto de 1969, o grande músico, compositor e bandolinista brasileiro de choro, Jacob do Bandolim, passou horas na casa do mestre Pixinguinha, no bairro de Ramos, Rio de Janeiro, conversando sobre música e a vida, como sempre fazia nesses encontros. Voltou para sua residência, perto de anoitecer, já cansado. Pouco depois que adentrou a varanda, Jacob passou mal e faleceu nos braços da esposa.

Além de grande compositor, Jacob era um entusiasta, um obcecado pela preservação da memória brasileira, e além de gravar shows e eventos ligados à música instrumental, deixou uma vasta coleção discos, que cuidava com esmero em sua casa, em Jacarepaguá.

Em 2002, o produtor e compositor Hermínio Bello de Carvalho, conseguiu, depois de muito trabalho, criar o Instituto Jacob do Bandolim, onde estão, felizmente, preservados e digitalizados quase 6000 gravações de audios, mais de 1500 documentos pessoais, e sua coleção de vinil.

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