"As palavras são caprichosas... A gente leva 30 anos esperando que elas se firmem e aí põe no dicionário. As palavras como que protestando contra a sua inclusão tardia, vão embora, desaparecem"
- Aurélio Buarque de Holanda em entrevista ao Jornal do Brasil, maio de 1980.
O mestre refletia sobre a natureza viva e mutável da língua. Via o dicionário não como um repositório fixo, mas como um retrato em movimento da palavra.
Foto: O lexicógrafo em seu escritório, Rio de Janeiro, 1978. Acervo Casa Aurélio Buarque de Holanda, Alagoas.
