quinta-feira, 21 de agosto de 2014

toca Raul!

 foto Kika Seixas

Assisti a todos os shows do Raul Seixas. Pelo menos os que passaram onde morei e moro. No final dos anos 70 saí de Fortaleza pra Salvador num ônibus da Itapemirim pra assistir a um show do maluco beleza na Concha Acústica da capital baiana. Em Brasília, não perderia por nada a apresentação que ele fez no dia 8 de março de 1989, no antigo Gran Circo Lar (foto), onde hoje está a nave branca do Museu da República. Raul e Marcelo Nova faziam turnê para divulgar o disco "Panela do diabo". Ele estava visivelmente debilitado, a voz trêmula, mas o mesmo brilho de um grande artista.

Ele voltou a Brasília em agosto para um show no Ginásio Nilson Nelson. Eu perdi, estava viajando. Foi a última apresentação do Raulzito. Nove dias depois ele partiu na sombra sonora de um disco voador.

25 anos hoje sem a mosca na sopa. Como ele dizia, "é preciso cultura para cuspir na estrutura".

terça-feira, 19 de agosto de 2014

a alma do tempo

"As pessoas não olham muito. As pessoas pensam muito. E isso não é a mesma coisa", dizia o grande fotógrafo Henri-Cartier Bresson.

Em 19 de agosto 1989, há exatos 175 anos, foi anunciado e apresentado ao mundo em Paris o primeiro dispositivo fotográfico, desenvolvido por Louis M. Daguérre. Não creio que a Fotografia tenha sido inventada por uma única pessoa. Foi resultado de vários processos, descobertas e invenções, passos decisivos de grandes nomes como Joseph Nicéphore Niépce, Fox Talbot, Hércules Florence...

Em homenagem ao evento histórico, hoje é comemorado o Dia Mundial da Fotografia, com várias atrações por todas cidades do planeta. Aqui em Fortaleza, está programada no Bar Estoril, a exposição "Entre o Documento e a Ficção - Fronteiras da Fotografia", com exibição de trabalhos de fotógrafos cearenses e latino-americanos. A abertura será às 19h.

O meu clique para os amigos que sabem tão bem capturar a alma do tempo e das gentes:
 
Galba Sandras, Mauricio Albano,José Albano, Silas de Paula, Gentil Barreira,Mercedes Lorenzo, Marcos Vieira, Nely Rosa, José Rosa Filho, Marcos Guilherme, Jarbas Olibeira, Marcos Guilherme, Jarbas Oliveira, Celso Oliveira, Tiago Santana, Chico Gadelha,Kennedy Saldanha, Arlindo Moreira Barreto, Deise Jefinny, Fábio Meireles, Nikolas Leiva, Mel Lopes, Eden Barbosa, Jacques Antunes, Clara Capelo, Mário Luis, Priscilla Sousa, Celiane Oliveira,Tibico Brasil, Ricardo Baptista, Drawlio Joca, Reiko Miura, Leo Mamede, Alex Meira, Antonio Luiz Mendes, Miguel Freire, Roberto Iuri, Petrus Cariry, Solon Ribeiro, Taline Pontes...
  
Em especial ao meu tão meu Rubens Venancio, autor da foto acima.

domingo, 17 de agosto de 2014

no meio do calçadão

No meio do calçadão tinha o Drummond
tinha o Drummond no meio do calçadão
tem o Drummond
no meio da minha vida tem o Drummond...

Nunca me esquecerei que naquele dia 17 de agosto,
há 27 anos, você partiu de vez pra Itabira...

sábado, 16 de agosto de 2014

37 anos que Elvis não morreu

Já cunharam a lenda de que "Elvis não morreu". Lembro-me que, há 37 anos, ao ouvir a notícia de sua morte no rádio, pensei o mesmo.

dizem que sou louco...

Ele dizia que "o indivíduo bem equilibrado é insano", e que "essas palavras que escrevo me protegem da completa loucura".

Assim foi Charles Bukowski. Aparentemente uma definição contraditória de si mesmo, como se negasse um momento em que se encontrou no outro.

O poeta, contista e romancista nascido na Alemanha, e naturalizado norte-americano, que hoje faria 94 anos, foi um artista lúcido, por isso a loucura protegida, ou conceituada, por sua obra. Afinal, ele dizia que "a diferença entre a Arte e a Vida é que a Arte é mais suportável."

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

milhões pra Luan

Ministério da Cultura aprova projeto de R$ 4,1 milhões para turnê de Luan Santana.

Para sua aprovação, o projeto apresentado ao Ministério da Cultura argumenta que tem como objetivos "difundir as raízes sertanejas enquanto manifestação cultural e artística a partir da música romântica", "promover acesso a entretenimento musical de qualidade", "gerar um ambiente diferenciado com atmosfera especial para o público" e "democratizar a cultura"

É pouco? 

era de Aquário


"Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", assim foi anunciado o maior evento da música popular, o Woodstock, que começou em 14 de agosto de 1969, na cidade de Bethel, estado de Nova York.

Uma multidão de mais 400 mil pessoas com o dedo em V, cabelo ao vento, gente jovem reunida, e o cartaz de mais de trinta músicos... Jimi Hendriz, Janis Joplin, Richie Havens, Arlo Guthrie, Joan Baez, Santana, Creedence Clearwater Revival, The Who, Jefferson Airplane, Joe Cocker, Johnny Winter, Crosby, Stills, Nash & Young, entre outros.



Muitos recusaram os convites, pelos mais variados motivos. Dos Beatles, dizem que John Lennon exigiu que tocasse com ele a Plastic Ono Band; Led Zeppelin achou que seria apenas mais uma banda se apresentando; o inocente empresário do Jethro Tull argumentou que teria muita droga e sexo; The Doors não foi porque falaram que Jim Morrison estava inseguro diante tanta gente; o filho de Bob Dylan adoeceu poucos dias antes...

Woodstock ficou marcado como um retrato comportamental, exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. E isso não é pouco.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

toda a vida

“Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons, mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis.”
- Bertolt Brecht

O destacado dramaturgo, poeta e encenador alemão do século XX, com seus trabalhos artísticos e teóricos, influenciou profundamente o teatro contemporâneo. As apresentações de sua companhia, Berliner Ensemble, realizadas em Paris durante os anos 1954 e 1955, tornou Brecht mundialmente conhecido.

Hoje completam 58 anos de sua morte. Ele continua imprescindível.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

naquela mesa está faltando ele...

Numa tarde, 13 de agosto de 1969, o grande músico, compositor e bandolinista brasileiro de choro, Jacob do Bandolim, passou horas na casa do mestre Pixinguinha, no bairro de Ramos, Rio de Janeiro, conversando sobre música e a vida, como sempre fazia nesses encontros. Voltou para sua residência, perto de anoitecer, já cansado. Pouco depois que adentrou a varanda, Jacob passou mal e faleceu nos braços da esposa.

Além de grande compositor, Jacob era um entusiasta, um obcecado pela preservação da memória brasileira, e além de gravar shows e eventos ligados à música instrumental, deixou uma vasta coleção discos, que cuidava com esmero em sua casa, em Jacarepaguá.

Em 2002, o produtor e compositor Hermínio Bello de Carvalho, conseguiu, depois de muito trabalho, criar o Instituto Jacob do Bandolim, onde estão, felizmente, preservados e digitalizados quase 6000 gravações de audios, mais de 1500 documentos pessoais, e sua coleção de vinil.

imaginação

"Existe algo mais importante do que a lógica: é a imaginação. Se pensamos primeiramente na lógica, não podemos imaginar mais nada."

Alfred Hitchcock, o mestre do suspense. O único. O inimitável.

Hoje ele faria 115 anos de sustos inimagináveis.

the wall

Há 53 anos, na fria madrugada de 13 de agosto de 1961, iniciou-se a mais imbecil construção do homem: o Muro de Berlim, separando a Alemanha em Oriental e Ocidental.

Durante os 28 anos de existência, o muro, com seus quase 70km de extensão, separou não somente um país, mas polarizou o mundo, no que Drummond chamou de "tempo de homens partidos".

Na onda revolucionária que se propagou no Bloco do Leste, em 1989, o muro foi destruído, cortina de ferro rasgada, com a euforia de multidões de alemães dos dois lados, que se reencontraram, e dessa forma simbolizando e manifestando um novo tempo, porque, "os lírios não nascem das leis" - recorrendo mais uma vez ao poeta de Itabira.

Há muros e "muros" ainda para serem derrubados, dentro de nós e lá fora. Há o meu lado e o teu. Isso e aquilo. "Tudo tão difícil depois que vos calastes... | E muitos de vós nunca se abriram", citando outra vez Drummond, em seu preciso poema "Nosso tempo".

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

na passarela


"eu sou da América do Sul, eu sei, vocês não vão saber..."

A famosa capa do LP "Abbey Road", dos Beatles, foi tirada há exatos 45 anos, em 8 de agosto de 1969.

E esta postagem não vai para Lennon e McCartney, e sim para meu amigo Ricardo Augusto.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

tomateiro cubista

"O tomateiro" é um dos quadros mais famosos de Pablo Picasso. Foi leiloado em 2004, em Nova Iorque, por quase 7 mil dólares.

O pintor espanhol concluiu o óleo sobre tela justamente no 7 de agosto, há 70 anos.

72 caetanos

Caetano, 72 anos. 
Um abraçaço, menino de Santo Amaro!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

civilização posterior

"Depois de Atenas, após a Renascença, estamos agora entrando na civilização do traseiro."


Do visionário Jean-Luc Godard, em seu filme "O demônio das onze horas" (Pierrot le fou), de 1965. 

Lembrei-me desse "vaticínio" do cineasta depois que li há pouco, pela internet, sobre um tal concurso Miss Bumbum Brasil. As candidatas representando seus respectivos estados, todas com perfil de "heróinas" BBB, por razões óbvias são apresentadas de costas. Precisam mostrar o que e com que pensam.

mundo moinho

"Ouça-me bem, amor | preste atenção, o mundo é um moinho..."

Jorge, o Amado.

No próximo dia 10 ele faria 102 anos.
Hoje fez 13 anos que ele se foi para outras tendas dos milagres.

saudoso Adoniram

Se o senhor não tá lembrado, dá licença de contar, o saudoso Adoniran Barbosa faria hoje 104 anos cantando o samba do Arnesto...

Banden Powell, 77

Esse é um dos melhores discos de Baden Powell, numa vasta e rica discografia de quase 50 títulos, como "Os Afro-sambas - Baden & Vinícius", de 1966, os três volumes de "Baden Powell Quartet", 1970, "Samba triste", 1972...

Nesse "À vontade", de 1963, se não me engano o quinto ou sexto disco de sua carreira, Baden abre magnificamente com "Garota de Ipanema", de Tom Jobim e Vinicius, e entre as dez faixas, tem outros clássicos como "Berimbau", em parceria com o poetinha, "Samba do avião", de Tom, "Saudades da Bahia", de Caymmi... O LP é uma obra-prima de um dos maiores violonistas de todos os tempos. 

Hoje Baden Powell faria 77 anos.

Little Boy

Foto: LITTLE BOY

Lembro-me que em 2007,  o então Ministro da Defesa japonês, Fumio Kyuma, disse que era “inevitável” que os Estados Unidos lançassem duas bombas atômicas sobre o Japão, durante a Segunda Grande Guerra Mundial. Isso teria evitado que a União Soviética entrasse também na batalha do Pacífico. Mas o que é isso, sr. Kyuma? Pelo amor de Buda!

O cara com seus olhinhos miúdos e raciocínio idem, considerava, e deve pensar ainda, que as bombas sobre Hiroshima e Nagasaki conseguiram “acelerar o fim da guerra”. Essas declarações absurdas repercutiram muito mal entre os sobreviventes e seus descendentes, claro, e incomodaram o primeiro-ministro à época, Yoshihiko Noda.

Há exatos 69 anos, às 8h15 do dia 6 agosto de 1945, a bomba "Little boy" foi lançada sobre a cidade de Hiroshima, matando instantaneamente cem mil pessoas. O local de 350 mil habitantes tinha um porto militar insignificante. Não havia necessidade para o ato. O Japão já estava derrotado, sem condições para a continuidade da guerra, com fábricas militares destruídas. E o sr. Kyuma vem com um papo desse!

Do outro lado, na terra de Rambo, onde o império sempre atira primeiro e pergunta depois - quando pergunta -, as justificativas são igualmente doentias. Ao longo dessas seis décadas do lançamento das duas bombas pelo governo dos EUA, é cada vez mais repudiante a conversa dos americanos para esse genocídio.

O nojento Theodore "Dutch" J.Van Kirk, que morreu mês passado, aos 93 anos, foi major-aviador do avião Enola Gay, bombardeiro B-29 que lançou a coisa.  Do alto da sua senilidade arrogante, ele não se arrependeu do que fez, dizia que passou um bom tempo se preparando para o momento, e que "foi uma das missões mais fáceis" da sua vida. Esse abominável senhor do voo da morte, pelo que li uma vez, vivia em um luxuoso asilo na Geórgia, e passava horas lustrando as 15 Medalhas Aéreas que ganhou após a "missão". Deve ter recebido num final de tarde a visita do tal ministro japonês para um chazinho verde com cookies...

O bombardeio sobre o Japão foi o maior ataque terrorista da história. No mínimo 50 vezes mais letífero que o 11 de setembro de 2001. Muitas imagens dos efeitos do cogumelo de fogo ficaram na lembrança de todos. Imagens como essa foto do garotinho chorando entre os destroços. Garotinho, que ironicamente é a tradução literal do nome da bomba.

Vinicius de Moraes traduziu bem o que resultou da estupidez humana em seu poema "Rosa de Hiroshima", que Gerson Conrad, do grupo Secos e Molhados, musicou em 1973:

Pensem nas crianças
mudas telepáticas
pensem nas meninas
cegas inexatas
pensem nas mulheres
rotas alteradas
pensem nas feridas
como rosas cálidas
mas oh não se esqueçam
da rosa da rosa
da rosa de Hiroshima
a rosa hereditária
a rosa radioativa
estúpida e inválida
a rosa com cirrose
a anti-rosa atômica
sem cor sem perfume
sem rosa sem nada.

Lembro-me que em 2007, o então Ministro da Defesa japonês, Fumio Kyuma, disse que era “inevitável” que os Estados Unidos lançassem duas bombas atômicas sobre o Japão, durante a Segunda Grande Guerra Mundial. Isso teria evitado que a União Soviética entrasse também na batalha do Pacífico. Mas o que é isso, sr. Kyuma? Pelo amor de Buda!

O cara com seus olhinhos miúdos e raciocínio idem, considerava, e deve pensar ainda, que as bombas sobre Hiroshima e Nagasaki conseguiram “acelerar o fim da guerra”. Essas declarações absurdas repercutiram muito mal entre os sobreviventes e seus descendentes, claro, e incomodaram o primeiro-ministro à época, Yoshihiko Noda.

Há exatos 69 anos, às 8h15 do dia 6 agosto de 1945, a bomba "Little boy" foi lançada sobre a cidade de Hiroshima, matando instantaneamente cem mil pessoas. O local de 350 mil habitantes tinha um porto militar insignificante. Não havia necessidade para o ato. O Japão já estava derrotado, sem condições para a continuidade da guerra, com fábricas militares destruídas. E o sr. Kyuma vem com um papo desse!

Do outro lado, na terra de Rambo, onde o império sempre atira primeiro e pergunta depois - quando pergunta -, as justificativas são igualmente doentias. Ao longo dessas seis décadas do lançamento das duas bombas pelo governo dos EUA, é cada vez mais repudiante a conversa dos americanos para esse genocídio.

O nojento Theodore "Dutch" J.Van Kirk, que morreu mês passado, aos 93 anos, foi major-aviador do avião Enola Gay, bombardeiro B-29 que lançou a coisa. Do alto da sua senilidade arrogante, ele não se arrependeu do que fez, dizia que passou um bom tempo se preparando para o momento, e que "foi uma das missões mais fáceis" da sua vida. Esse abominável senhor do voo da morte, pelo que li uma vez, vivia em um luxuoso asilo na Geórgia, e passava horas lustrando as 15 Medalhas Aéreas que ganhou após a "missão". Deve ter recebido num final de tarde a visita do tal ministro japonês para um chazinho verde com cookies...

O bombardeio sobre o Japão foi o maior ataque terrorista da história. No mínimo 50 vezes mais letífero que o 11 de setembro de 2001. Muitas imagens dos efeitos do cogumelo de fogo ficaram na lembrança de todos. Imagens como essa foto do garotinho chorando entre os destroços. Garotinho, que ironicamente é a tradução literal do nome da bomba.

Vinicius de Moraes traduziu bem o que resultou da estupidez humana em seu poema "Rosa de Hiroshima", que Gerson Conrad, do grupo Secos e Molhados, musicou em 1973:
 
Pensem nas crianças
mudas telepáticas
pensem nas meninas
cegas inexatas
pensem nas mulheres
rotas alteradas
pensem nas feridas
como rosas cálidas
mas oh não se esqueçam
da rosa da rosa
da rosa de Hiroshima
a rosa hereditária
a rosa radioativa
estúpida e inválida
a rosa com cirrose
a anti-rosa atômica
sem cor sem perfume
sem rosa sem nada.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

oh, mrs. Robinson...

Um imberbe Dustin Hoffman tem dificuldade em tirar o sutiã da Anne Bancroft, a sra. Robinson de "A primeira noite de um homem" (The graduate), de Mike Nichols, 1967, no tempo em que era prazeroso assistir a uma comédia americana. Situações divertidas num roteiro criativo, sensualidade sem vulgarização no jogo de sedução entre uma mulher madura casada e um jovem universitário, fizeram desse filme um clássico do gênero.

Hoffman tinha 30 anos e conseguiu convencer como um rapaz ingênuo de 21. Bacroft com seus 37, conseguiu passar por uma mulher de mais idade, na plenitude de sua feminilidade,

E tem as canções de Simon & Kafunkel, "Mrs. Robinson" e "The sound of silence", esta, na verdade, composta em 1964, sob o impacto do assassinato de John Kennedy, um ano antes. Mas o música ganhou popularidade a partir do filme.

o caso de Thomas


Bastidores de "Crown, o magnífico", de Norman Jewinson, 1968. No tempo em que era prazeroso assistir um policial americano. E nesse filme o bom é a dosagem certa do suspense com romance. Steve McQueen é o chefe de uma quadrilha que rouba milhões de um banco. Faye Dunaway é uma investigadora de uma agência de seguros, e receberá 10% da quantia recuperada. Mas bate uma atração legal entre os dois, uma daquelas mesmo de cinema, sem frescura, sem pieguice... aí, já viu, complica. Muita ação e uns amassos numa boa química entre os atores. Sempre achei que o título original tem mais a ver (e sentir), "The Thomas Crown Affair".

domingo, 3 de agosto de 2014

factotum

Assim são nossos desejos, nem sempre correm na mesma direção.

(passando o marca-texto em "Factotum", de Bukowski.)