terça-feira, 26 de julho de 2011

mais que vistosa

"Como encadernação vistosa, feita para letrados, a mulher se enfeita, mas ela é um livro místico..." 

Recorrendo ao poeta jacobino John Donne, via tradução de Augusto de Campos, e minha ousadia de mexer na letra em nome da elegia...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

there's a voice starting in my heart...


Adele tem dois discos muito bons, "19", de 2008, e "21", lançado este ano, onde tem essa faixa do clipe como abertura. A cantora e compositora britânica só tem 23 anos. É apontada como uma das "sucessoras" de Amy Winehouse, ao lado de Dionne Bronfield e Janelle Monáe. Não creio nisso. Cada uma é única. Somos pessoais e instransferíveis, com a dor e a delícia de sermos o que somos.

Os abutres de plantão da mídia, há uns três anos, tentaram colocar Duffy como "a nova Amy Winehouse". Bobagem. Duffy é ótima também, mas ela é ela mesma.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

aumenta que isso aí é rock!

Hoje é o dia do rock! Todos os dias são dias de rock, não é,  meu amigo band-leader Ricardo Augusto? 

Quem é a figura emblemática do estilo musical surgido nos EUA no final dos anos 40? Para mim, de uma lista bastante seletiva, é o baixista Keith Richards, pela musicalidade, comportamento e todos os etc e tais... Keith é a alma do Rollings Stones. Mick é apenas o corpo.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

tempos afora

Outro dia me alegrei com uma citação que o cineasta Petrus Cariry fez ao meu filme, "Um cotidiano perdido no tempo" numa entrevista ao site SobreCinema.

Hoje, nesta manhã seca de quinta em Brasília, banho-me de mais contentamento ao ler a crônica do escritor Nilto Maciel em seu blog Literatura Sem Fronteiras, sobre nossos encontros e desencontros tempos afora.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

outra digestão

Há dias em que nosso estômago não é apenas um tubo, um depositário onde os alimentos são pré-digeridos e esterilizados, a fim de seguirem para o intestino, onde são absorvidos. Há dias em que ele é também pântano, onde digerimos os sapos que precisamos engolir, os dissabores que precisarão ser absoLvidos com o esquecimento, um pouco mais acima, pelo coração.